De: Sarah com H.
Assunto: Comida Japa.
Data: 19/05/2015 7:25h
Para: Blog Lovers.
Bom dia lovers, cada
dia que passa vocês estão ficando cada vez mais famosos. Mas agora é minha vez
de ter meus 15 minutinhos de fama e compartilhar minha ultima ‘’aventura’ ‘ com vocês. Então segura essa;
Ontem fiz sete meses de
namoro, ele é uma gracinha. Eduardo (nome dele) é namorado perfeito, atencioso,
carinhoso e compreensivo, mas seu único defeito que ele é muito romântico,
muito conservador. Para vocês terem noção estamos namorando há sete meses ainda
não transamos, ele diz ‘’ Vamos deixar para o casamento’’. Mal sabe ele que não
sou, mas virgem. Já fiz de tudo para ele ceder, comprei lingerie novo, mas
nada. Comprei alguns brinquedinhos para apimentar, mas nada. Fiz depilação
estilo brasileira, mas nada. Ele sempre recusa. Por um momento pensei que ele
era Gay.
Como eu disse ontem foi
aniversario de sete meses do nosso namoro. E eu queria bolar algo na tentativa
de resultar a sexo. Queria fazer uma surpresa. Resumindo pensei em fazer uma
das cenas do meu filme preferido ‘’Sex
and the City’’, aquela cena onde a Samanta cobre seu corpo com comida
japonesa. Só não queria que a cena acontecesse exatamente igual o filme, o
namorado não aparecendo.
Corri dia inteiro de
mercado a mercado, comprando todos preparativos para grande noite. Comprei ate
umas velas e óleos aromáticos para dar aquele charme.
Nessa noite eu ia dormi
na sua casa, durante a semana a gente nunca se via, por consequências dos
nossos horários de serviço e tudo mais. Ele ia ficar surpreso me encontrando em
sua cama toda nua coberta de sushi. Quando era por volta das 22:30 comecei
arrumar tudo no quarto. Espalhei inúmeras velas deixando a iluminação
intimidadora.
Acreditem se quiser
arrumei tudo sozinha, sem ajuda nenhuma, estava orgulhosa de mim. Depois de o
terreno estar pronto, comecei minha verdadeira arte do sushi sobre meu corpo
nu. Deite em sua cama e espalhei vários tipo de tipo de sushi pelo corpo. O layout
ficou da seguinte maneira (que eu me lembro) ‘’sushi de robalo’’ nas minhas
pernas e subindo nas minhas coxas um pouco de ‘’ sushi de atum’’ e bem em cima
da minha vagina um ‘’tekkamaki’’. Por cima da minha barriga coloquei alguns
‘’sashimi’’ e nos meus peitinhos uns ‘’roll’’.
E o esqueci de falar fiz um penteado com palitos igual dessas japas.
Ficou tudo no clima japa.
Estava oficialmente
tudo pronto.
O difícil foi mesmo não
se mexer e arruinar tudo. Estava me sentindo a verdadeira ‘’Samanta do Sex and the city’ (quem não viu esse
filme VEJA). E por incrível que pareça tudo estava acontecendo igual à cena do
filme. O boy não aparecia. Já tinha se passado 30 minutos e nada dele aparecer.
Um shusi tinha caído.
Dois tinham caído.
Minha impaciência
estava aumentando cada vez mais. Não aguentava mais ficar esperando igual uma
idiota toda nua e ele não aparecer. Será que ele esta me traindo com outra?
(comecei a me questionar). Onde estava? .Era para estar em casa uma hora
dessas.
Espera... Ouvi alguém
abrindo a porta da sala.
Escutava passos largos
e pesados pela casa. Era Eduardo tinha certeza. Respirei fundo e me preparei
psicologicamente para ele. Ouvia barulho na cozinha. Ouvi alguém abrindo um
a latinha.
Mas ele estava
demorando para entrar no quarto. Então resolvi chama-lo.
— EDU !!!. Gritei
Ele não respondeu, mas
quem estava na cozinha tinha parado de se movimentar. Pensei em levantar e
trancar a porta com medo que fosse um ladrão. O silencio prevalecia.
— EDUU !!. Gritei mais uma vez. — É você?
— Sou eu. Ele disse. — Domingos.
Domingos era meu sogro.
Mas era para estar trabalhando hoje, escolhi para fazer surpresa por causa sua
ausência na casa, caso eu fosse muito barulhenta (sabe como é né). Era para ele
estar de plantão no hospital hoje.
— Oi Domingos, estou esperando o Edu, pensei que era ele.
Respirei fundo, aquele filho da puta não chega logo, estava cansada de ficar
deitado com tempero em todo corpo.
— Ah sim querida. Ele disse toda paciente como sempre. —
Esta como fome? Tem comida no fogão caso queira.
— Ata obrigada, comi comida japonesa na janta. Na verdade
queria ser comida isso sim.
— Tá bom querida, fica a vontade hein.
— Obrigaddaaa.
— Boa noite, dorme com Deus.
E mais uma vez sozinha
na escuridão, esperando o príncipe chegar para ser jantada.
— Edu chegou Sarah. Domingo disse atrás da porta.
— NÃO fala para ele que estou aqui, por favor. Respondi nas
pressas.
— O.K Boa Noite.
Minhas esperanças foram
recuperadas. Meu coração acelerou do nada. Meu corpo ficou quente. Olhei tudo
em volta para checar, algumas velas tinham apagado, mas ainda estava valendo.
Consegui o ouvir
abrindo a porta da sala. Seus passos ficavam cada vez mais perto do quarto. Ele
se aproximava ate que parou segurando a maçaneta.
— Senhor não estava de plantão hoje pai? .
— Sai mais cedo e como foi o serviço? .
— Tudo tranquilo.
— Tá bom então, tem comida no fogão.
— Beleza.
— Boa noite, dorme com Deus.
— Tchau pai.
Edu entrou com tudo no quarto. Ele parou no segundo que colocou pé direito adentro do espaço, foi recebido por uma onde de sensações. Aroma doce das velas que ainda estavam acesas. A iluminação baixa e intimidadora. Ele arregalou os olhos, surpreso pelo cenário encontrado.
—
UALL. Foram as única palavra que ele conseguiu falar. — Uall. Ele repetiu.
— Felizes sete meses, amor!!! .
— Meu Deus, se sete meses estou recendo presentes assim,
imagina quando completamos um ano. Ele riu alto.
— Tendência é melhorar meu amor. Sorri junto com ele.
— Uall. Ele disse mais uma. — Eu ia comprar seu presente
amanha mor.
— Relaxa. Mexi-me um pouquinho deixando cair um sushi no
chão. O barulho chamou de novo sua atenção para comida sobre meu corpo. — Você
não vai jantar mor. Olhei para sushi sobre meu corpo. Ele sorriu e se aproximou
em passos lentos quase em câmera lenta.
— Ai que fomeee... . Ele se ajoelhou do me lado — Mas amor, não sei a gente... .
—
Shhiii, amor aproveita seu presente.
Eu
sabia que ele ia vim com aquele lance de ‘’sexo só no casamento’’.
Desculpa. Nos tempos de hoje não tem
essa frescuras. O que importa é amor que sentimos um pelo outro.
Ele
deu os ombros e me devorou com seus lábios aos meus. Ele me beijava como se fosse
a primeira vez. Eu era dele. Ele era meu. Só meu. Ele segurou meus seios
deixando cair os sushis ali que estavam. Ele irradiava paixão. Seus cabelos
encaracolados caiam sobre a testa deixando com uma feição mais jovem e rebelde.
— Amor você esta tão cheirosa. Ele
gesticulou balançando cabeça para todas as direções. — Que delicia.
— Estou cheirando a peixe. Ele riu e
também.
— Uhummmm, delicioso.
Ele voltou para ontem tinha parado. Na
região da minha vagina. Ele abocanhou tudinho tocando seus lábios nos meus
‘’lábios carnudos’’. Minha respiração
aumentou. Meu peito subia e descia mais rápido. Ele em movimentos rápido igual
um leão atacando sua presa, pegou meu seios com as mãos. Suas mãos de
trabalhador me provocava um desejo exagerado, onde eu não tinha controle de
mim. Mexi-me tanto com seu toque que acabei derrubando os sushis que restavam.
Ele subiu em cima de mim. Cama rangeu com peso de nos dois.
Meus
seios encorpados caíram como uma luva em suas mãos grandes e firmes. Ele tirou
a camisa e jogou para longe.
— Foda-se a tradição. Ele olhou para
meus seios e abriu um sorriso malicioso. — Eu te quero.
— Agora mor? .
— Sempre.
Ele
me beijou e logo partiu para meus peitos de novo. Sua boca sugava meus mamilos
como uma verdadeira maquina. Meu corpo gritava tesão, desejo e luxuria.
Sensações únicas. Prazeres que só o toque humano é capaz de nos dar. Edu
abaixou a calça não aguentando mais esperar. Ele assim como eu tinha sede. Ele
esperou de mais e eu também. Não tínhamos tempo para preliminares, mas sim para
os finalmente.
Com
auxilio com uma das mãos ele entrou em mim, com seu pau grosso e bruto. Ele me
preenchia em todos os sentidos, era isso que faltava em nosso relacionamento:
S-E-X-O. Ele soltou um gemido forte me assustando. Ele encostou sua cabeça
sobre meu peito suado. E me comia com força e precisão.
— Me diga por que eu esperei tanto?
. Ele não conseguia abrir os olhos, mas
conseguia sorrir.
— Isso é passado amor. Segurei-me nele
como fosse meu porto seguro não desabar. — VAMOS correr atrás do tempo perdido.
— Garota safada. Ele entrava com força
eu me segurava para não gritar, afinal seu pai estava na casa. Não queria
assustar sogrão com meus gemidos de gata.
— AI AI AI AI AI AI EDUARDO. Ele
forçava ainda mais quando eu falava seu nome com desejo.
Seu
pau inchava cada vez mais conforme entrava em mim. Ele subia e descia num ritmo
de quase pânico. Ele não parava. Eu estava quase atingindo o clímax.
— Goza comigo mor. Eu pedi, queria
eternizar esse momento.
Ele
colocou mais forçar em suas investidas. Eu deixei sair um gemido alto fazendo
ecoar pelo todo quarto. Ele rosnava igual um cachorro raivoso.
— Quase lá. Ele entrava com força.
Cravei minhas unhas em suas costas deixando marcar.
Ele
gozou me fazendo gozar junto. Tínhamos uma sintonia perfeita ate na hora do
amor. Jorros e jorros de porra me preenchiam. Tão quentinho. A maneira que ele
me completava me fazia sentir com vontade de fazer tudo de novo. Recomeçar.
Minhas mãos não desgrudaram de suas costas, queria senti-lo ainda mais um
pouquinho dentro de mim. Sentir seu cheiro de trabalhador entrando em meu
nariz. Queria sentir suas mãos de mecânico segurando meus seios. Queria seu
pênis em mim mais um pouco.
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